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Sete faculdades baianas estão na mira do MEC

Ministro Aloísio Mercadante
Conforme reportagem do Correio da Bahia, das sete faculdades baianas que estão na mira do MEC, três, embora tenham apresentado conceito igual ou inferior a 2, considerado insuficiente, tem tendência positiva por terem tido crescimento e melhora no período de 2008 a 2011. É o caso da Faculdade de Ciência e Tecnologia (FTC), curso de Engenharia de Controle e Automação; Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana, curso de Tecnologia em Rede de Computadores e Faculdade Vasco da Gama, curso de Pedagogia.

Já as outras que estão proibidas de realizar vestibular para 2013: Faculdades Integradas Ipitanga (Unibahia), curso de Engenharia de Produção; Universidade de Salvador (Unifacs), curso de Engenharia Eletrônica e Civil; Faculdade Hélio Rocha, curso de Computação; Faculdade de Ciência e Tecnologia (Área 1), curso de Engenharia Eletrônica, de Computação e de Produção.

Ainda segundo a reportagem, o ministro Mercadante deu dois prazos para adequação dos cursos reprovados. "Os que tiveram nota 1 ou 2, entrarão num novo processo. Eles serão convocados a estabelecer um protocolo de compromisso. Em 60 dias, eles terão que tomar todas as providências relacionadas a corpo docente (...). Se o problema delas é a infraestrutura inadequada, (...), elas terão 180 dias para tomar as devidas competências". A exigência do MEC é que, a partir da criação do protocolo de compromisso, cada faculdade terá que prestar contas àquele órgão de dois em dois meses.
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3 aviões se desmancham no aeroporto

As 3 sucatas estão ocupando espaço no aeroporto de Salvador
O Programa  Espaço Livre, criado pelo Conselho Nacional de Justiça, para promover a retirada de aeronaves em custódia da Justiça em aeroportos brasileiros, ainda não chegou a Salvador.
7 anos após fechamento da Viação Aérea São Paulo (Vasp), 3 aviões sucata ainda permanecem no pátio do Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, ocupando espaço e sendo deteriorado ao longo do tempo.
As ações do programa que prevê a articulação de esforços de vários órgãos, entre eles da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Secretaria Nacional de Aviação Civil, não foram suficientes para resolver o destino das três aeronaves que são objetos de processos trabalhistas.
As aeronaves aguardam decisão da Justiça, mas, enquanto isso, permanecem perdendo o valor diante da ação do tempo. Embora estejam paradas na área do aeroporto de Salvador, a Infraeroinformou que não é responsável pelos aviões e que apenas concedeu o espaço para o estacionamento. Realidade também enfrentada em outros estados onde a Vasp fazia tráfego aéreo.
Além dos 3 aviões deixados no aeroporto de Salvador, outros 24 ficaram parados, ocupando espaço público nos principais aeroportos do Brasil, entre eles os do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus, Brasília, Campinas e Guarulhos. 
Em dezembro do ano passado, o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, órgão vinculado ao CNJ, Marlos Melek, coordenador do Programa Espaço Livre, anunciou a criação de pelo menos um aeroporto de referência credenciado, em cada região do Brasil, para receber aviões apreendidos, bloqueados ou lacrados pela Justiça. “Se o dono do avião não conseguir resolver o problema jurídico no prazo de oito meses, o avião vai ser vendido em leilão judicial e o dinheiro arrecadado vai para uma conta”. Ao final do processo, “que pode durar anos, esse dinheiro vai ser dado para a parte que tiver razão”, declarou o magistrado em dezembro de 2011, em entrevista à Agência Brasil. Um ano após o anúncio do corregedor, a situação das aeronaves continua a mesma no Aeroporto Luis Eduardo Magalhães.
O destino das sucatas, assim como de todos os bens da empresa, seria ir a leilão para o pagamento de dívidas trabalhistas deixadas pela Vasp, mas graças a recursos obtidos pelos proprietários, as aeronaves permanecem paradas. A Tribuna entrou em contato com o CNJ para ter informações sobre prazos para a chegada do Programa Espaço Livre em Salvador, mas a assessoria de comunicação do órgão informou que não há previsão da instalação do programa no Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães. 
Original: Tribuna

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Quase metade da população com 25 anos ou mais não tem o fundamental completo140

Educação

Fonte: UOL

Quase metade da população brasileira (49,25%) com 25 anos ou mais não tem o ensino fundamental completo, segundo dados do Censo 2010 divulgados nesta quarta-feira (19) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O percentual representa 54,5 milhões de brasileiros.

O índice é mais alto em áreas rurais, onde 79,6% dos brasileiros nessa faixa etária não terminaram o ensino fundamental. Entre a população urbana, a taxa é de 44,2%.
Outras 16 milhões (14,65%) de pessoas com 25 anos ou mais concluíram o fundamental, mas não chegaram ao fim do ensino médio.  Nessa faixa etária, 35,8% da população concluiu, ao menos, o ensino médio – 11,26% têm nível superior completo.
Apesar do alto índice de habitantes que não terminaram o ensino fundamental, o índice demonstra avanço na escolaridade da população se comparada aos números do censo demográfico de 2000, quando 64% dos brasileiros não tinham concluído o fundamental.

Atraso

Um quarto da população entre 20 e 24 anos não concluiu o ensino fundamental, enquanto 22,57% dos brasileiros nessa faixa etária não concluíram o ensino médio – o que representa 3,9 milhões de habitantes.
Entre os jovens de 18 a 24 anos, 36,5% haviam abandonado o estudo antes de completar o ensino médio em 2010. Desses, a maioria (52,9%) deixou a escola antes de terminar o ensino fundamental, enquanto 21,2% abandonou o estudo logo após ingressar no ensino médio.

CONFIRA A ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃO ACIMA DOS 20 ANOS

20 a 24 anos25 anos ou mais
Sem instrução e fundamental incompleto25,37%49,25%
Fundamental completo e médio incompleto22,57%14,65%
Médio completo e superior incompleto45,82%24,56%
Superior completo5,46%11,27%
Não determinado0,77%0,27%
  • Censo 2010 - IBGE

Tempo de estudo

De acordo com dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios)  2011, divulgados este ano pelo IBGE, o brasileiro com mais de 15 anos estudou em média durante 7,7 anos. O tempo médio de estudo não é suficiente para completar o ensino fundamental, que dura nove anos.
Se considerada a população acima dos 10 anos de idade, o tempo médio de estudo é de 7,3 anos. Os melhores resultados estão entre as pessoas entre 20 e 24 anos (9,8 anos de estudo) e aqueles entre 25 e 29 anos (9,7 anos). E os piores, entre a população com mais de 60 anos (4,4 anos) e de 10 a 14 anos (4,2 anos).
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Brasil cai cinco posições no ranking da Fifa e fecha 2012 em décimo oitavo

Gazeta Press
Por Correio Braziliense

Esta é a pior colocação da Seleção Brasileira desde a criação do ranking em 1993
Na manhã desta quarta-feira, a Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) atualizou o ranking das melhores seleções do mundo pela última vez neste ano. A brasileira caiu cinco posições e agora aparece na 18ª colocação, a pior da história, desde quando o quadro foi criado, em 1993. Já a surpresa fica por conta da colombiana, que fecha 2012 na quinta posição.

Sem disputar as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, já que é sede da competição, o Brasil só teve dois jogos neste mês de novembro, resultados que foram computados na atualização: empate com a Colômbia, por 1 a 1, em amistoso realizado nos Estados Unidos, e derrota para a Argentina, por 2 a 1, em Buenos Aires, pela final do Superclássico das Américas.

Já o selecionado colombiano, que ocupava o modesto 36º lugar do ranking da Fifa em 2011, tem a sua rápida ascendência explicada pela boa campanha nas Eliminatórias-2014, com a terceira colocação e a distância de apenas quatro pontos para a líder, a Argentina. A boa fase do atacante Falcao García, do Atlético de Madrid, também pode ter sido levada em conta.

Abaixo, veja o ranking das melhores seleções do Mundo, elaborado pela Fifa, deste mês de dezembro. 

1 - Espanha 
2 - Alemanha 
3 - Argentina 
4 - Itália 
5 - Colômbia 
6 - Inglaterra 
7 - Portugal 
8 - Holanda 
9 - Rússia 
10 - Croácia 
18 - Brasil
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Kassab quer ver Otto Alencar candidato a governador baiano na eleição de 2014

Por Fernando Duarte - Tribuna


São reiteradas negativas e, no mesmo ritmo, situações que colocam o vice-governador Otto Alencar, presidente estadual do PSD, como virtual candidato a sucessão de Jaques Wagner em 2014.

Nessa terça-feira (18/12), o indicativo partiu do dirigente nacional da sigla e principal articulador para a formação da legenda, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, que, em entrevista à revista Veja, apontou a Bahia como um dos sete estados em que o PSD pretende lançar candidatura própria ao governo do estado – mesmo que o companheiro de partido baiano tenha apontado não ter interesse em encabeçar a chapa majoritária.
Na conta de Kassab, Santa Catarina, Tocantins, São Paulo e Bahia são unidades em que o partido está consolidado e com musculatura suficiente para pleitear a vaga de protagonista no próximo pleito.
“O Kassab é meu amigo há mais de 20 anos e ele, como presidente do partido, pode querer que eu saia candidato a governador na Bahia. Eu não sou candidato a governador. Eu sou candidato a senador”, assegura o vice-governador, sendo enfático no que ele chama de “projeto político” para chegar ao Senado, adiado em 2010.
Segundo Otto, mesmo que haja um indicativo da direção nacional do partido, ele não deve ser candidato ao Palácio de Ondina, ainda que o PSD insista na hipótese de viabilizar uma candidatura própria na Bahia em 2014.
“Não tenho aspiração a ser governador. Eu saí do Tribunal de Contas dos Municípios para ser candidato a senador e como havia a possibilidade de César Borges vir para a base do governador, ele [Wagner] me pediu para ser candidato a vice e eu aceitei. Acabei retornando a vice-governadoria”, relembrou o dirigente estadual do PSD.
Com bom trânsito entre diversos grupos políticos, Otto acumula a experiência de deputado estadual, secretário de estado, vice-governador em duas oportunidades, como parte integrante da base de apoio do antigo carlismo e agora na administração de Wagner, e ainda como governador em 2002, quando César Borges renunciou ao mandato para concorrer ao Senado.
O líder do PSD baiano encara, entretanto, com naturalidade a frequência com que seu nome é citado como candidato a governador. “Eu falo, mas as pessoas parecem não levar a sério. Eu sou candidato a senador e não a governador”, ratifica Otto, num tom descontraído.
Apesar da negativa do dirigente estadual do partido, o presidente nacional Gilberto Kassab o mantém na lista de prováveis nomes dos partidos para disputar a eleição de governador em 2014. Nos cálculos dele, dos 15 estados em que o partido teria representação forte, sete teriam potencial eleitoral significativo para o pleito.
Além de Otto, Kassab cita a senadora Kátia Abreu como provável candidata a governadora do Tocantins, o atual governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, que tentará reeleição e o próprio nome, como postulante a uma vaga no Palácio dos Bandeirantes. 
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