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Filosofando...


O importante não é fazer diferente para viver a vida, mas fazer da vida uma oportunidade de ser diferente para o aperfeiçoamento da criação humana.

JMiguel

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Política pura.


O debate político deve ser travado encima de ideias e propostas.

Haja vista, que estamos passando por um ciclo de oportunidades, onde devemos trazer para  o centro  do debate a renovação, bem como  a qualificação do mesmo, até mesmo porque os jovens já se encontram inseridos nesse contexto. Ainda bem!.

Eles são os responsáveis e devem ser os protagonista dessa nova filosofia de fazer política, dissimulando, conscientização e buscado a consolidação do bom debate  das questões  politicas, bem como a boa práticas da mesma

Por tudo isso, é que a politica jamais poderá ser vista como um benefício de poucos em detrimento de tantos  que vivem  à margem das oportunidades.

É isso aí gente,  vamos tentar tentar ser diferentes da  hipocrisia e do "fazer de contas."
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Lagoa Clara, tradições e contradiçoes... aguarde.
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O cofre e a cadeia: O PT que se encaminha à prisão também se aproxima de São Paulo

Era uma vez um partido pobre, visto com desconfiança pelas elites, que tentava, pela quarta vez, conquistar o poder pelo voto. O momento decisivo, na construção desse projeto político, foi a aliança entre o operário Luiz Inácio Lula da Silva e o empresário José Alencar, que, a um só tempo, uniu capital e trabalho e quebrou a resistência ao PT nos grotões e recantos mais conservadores do País.

Lula chegou ao poder graças à tenacidade de José Dirceu, à capacidade de articulação de José Genoino e à dedicação de Delúbio Soares, três personagens hoje condenados pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção ativa. Na construção das alianças e no esforço para garantir a governabilidade, partidos de aluguel foram cooptados – como sempre se fez e ainda se faz no Brasil – seja com recursos, seja com cargos.



Ocorre que, no meio do caminho, havia um Roberto Jefferson. Um camicase que cobrava uma conta cada vez mais alta pelo seu apoio e que, ao ser alvejado pelas primeiras denúncias, decidiu colocar a boca no trombone, acrescentando ingredientes de ficção ao enredo. Assim, a tradicional cooptação de aliados se transformou em “mensalão”, uma expressão que caiu no gosto do povo, mesmo que seu significado real não seja exatamente o que a palavra sugere.




Em paralelo, o governo do operário Lula e do empresário Alencar produziu uma transformação social inédita na história do País. Em oito anos, o Brasil saiu do colo do FMI e acumulou mais de US$ 250 bilhões em reservas, redistribuindo renda, retirando uma “Argentina” da situação de pobreza e conquistando respeito dentro e fora do País.




De agremiação pobre, o PT se transformou em partido rico, aprovado e apoiado pela grande plutocracia nacional. Nas eleições seguintes, de 2006, com Lula, e 2010, com Dilma, o terreno já estava aplainado. Arrecadar já não era mais um problema. E mesmo agora, nas disputas municipais, o PT dispôs dos recursos necessários para tocar campanhas políticas profissionais em todo o País.




Não por acaso, o PT foi o partido mais votado nas eleições municipais deste ano e está a um passo de conquistar São Paulo – o que pode ser decisivo para, daqui a dois anos, chegar também ao sonhado Palácio dos Bandeirantes, uma das máquinas políticas mais ricas e poderosas do País.




Esta é a natureza da guerra de vida ou morte que está em curso no Brasil. Dirceu, Genoino e Delúbio estão pagando caro pelo que fizeram no passado, mas se sentirão reconfortados se a recompensa vier a ser o fortalecimento do projeto político ao qual dedicaram suas vidas. Na verdade, não são senhores que, no poder, corromperam os sonhos da juventude. Os ideais dos três – certos ou não – continuam os mesmos. E todos estão prontos para a prisão


Leonardo Attuch
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Pierre Schürmann
Filho mais velho da primeira família brasileira a dar uma volta ao mundo de veleiro, é amante da vida simples

Siga seu coração

A vida é feita de escolhas. Nossas chances de acertos ou erros são 50/50, na melhor das hipóteses

Recentemente me encontrei com um amigo que teve que tomar uma decisão difícil. Precisou escolher entre sua carreira e poder dedicar tempo à sua família.
E, embora para muitos a decisão fosse optar por dedicar tempo à família, essa opção trazia uma mudança importante de reajustes pessoais no estilo de vida, orçamento e outras coisas mais. Coisas que são mais fáceis de dizer que abdicamos em uma mesa de bar do que de fato muitas vezes temos coragem.
Porque ainda estou por conhecer alguém que não desejasse largar tudo e viver seu sonho. Só que na hora que vêem o real preço a ser pago, chegam à conclusão de que não estão tão dispostos assim a abrir mão da vida que têm.
Voltando ao amigo, fico imaginando as mil formas que buscou racionalizar para si e amigos o porquê de sua decisão. 
E a pergunta que se fazia era: como tomar uma decisão tão importante sem se arrepender no futuro? Seria esta a melhor escolha? Até para a própria família, que iria ter uma grande mudança no estilo de vida em troca de uma qualidade e quantidade de tempo maior?
Certamente esta é uma pergunta que muita gente se faz hoje.
A vida é feita de escolhas. Nossas chances de acertos ou erros são  50/50, na melhor das hipóteses. E acho que quem disser que consegue prever algo em sua vida a longo prazo se ilude.
Tudo isso só traz mais dificuldade para decisões pessoais complicadas. Que fórmula seguir para facilitar o processo?
Não sei qual a fórmula (até porque não acredito em fórmulas), mas, na dúvida, deixe que seu coração decida. Porque o que se faz pelo amor jamais te dará arrependimento.
A gente só leva desta vida a vida que a gente leva. E o amor é o único caminho que nos leva ao bem nesta vida. 
 

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